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Brasil sofre 55% dos ataques de ransomware na América Latina

September 20, 2017

 

Os ataques de ransomwares na América Latina tiveram aumento de 30% entre 2014 e 2017, com 57.512 detecções em 2016 e 24.110 até o momento em 2017, de acordo com dados revelados durante a 7ª Cúpula Latino Americana de Analistas de Segurança da Kaspersky L, que aconteceu no último dia 11 de setembro, em Buenos Aires, na Argentina.

O Brasil lidera a lista de países com maior número de sequestro de dados, com 55% dos ataques relatados, seguido do México com 23,40% e da Colômbia com 5%. Globalmente, os países mais afetados são Turquia com 7,93%, Vietnã, 7,52% e Índia, 7,06%.

Segundo os dados apresentados no evento, de 2016 até agora, metade do malware detectado na América Latina pertence à categoria de Trojans, com o Trojan-Ransom tendo o crescimento mais rápido. Os ataques de ransomware são direcionados principalmente ao setor de saúde, além de pequenas e médias empresas. A maioria desses ataques é por acesso remoto, aproveitando senhas fracas ou serviços incorretamente configurados.

Alguns exemplos emblemáticos desses ataques são Petya ou PetrWrap, HDD Cryptor e o já famoso WannaCry, que infectou mais de 200 mil computadores em todo o mundo, dos quais 98% usavam sistemas Windows 7. Na América Latina, a maior propagação de WannaCry foi no México e no Brasil, seguido de Chile, Equador e Colômbia.

 

Ataques têm aumentado

 

Os ataques digitais às empresas têm aumentado acentuadamente desde 2016 ao redor do mundo. Ransomwares têm infectado milhares de computadores e impedido o acesso às informações armazenadas nessas máquinas as quais somente são liberadas mediante pagamento de resgate.

Especialistas apontam como um dos principais motivos dessa vulnerabilidade a desatualização dos softwares. Os ataques dos ransomwares Petya e WannaCry, por exemplo, exploraram vulnerabilidades do Windows conhecidas há meses, cujas correções já haviam sido distribuídas pela Microsoft há algum tempo. Essa situação expõe os departamentos de TI, muitas vezes pressionados pela demora que as aplicações dessas correções podem significar em tempo de parada das máquinas nas empresas.